sábado, 31 de dezembro de 2011

SOCIEDADE DOENTE Na inocência oculta em uma fera, no tormeto oculto nos olhos da criança que chora.
No peito que sangra e ninguém vê...
Nas palavras que são ditas e ninguém as ouve...
Sua presença não marcou as memórias...Todos estavam cegos!
Todos estão cegos!
De olhos vendados...
Prisioneiros do seu próprio orgulho...
Enfermos por sua propria ganância.

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